segunda-feira, 17 de outubro de 2011





Leitores e amigos,
O A cada 15 de meados de outubro termina assim: Minha vida ideal é tranquila. Gosto de ler, de ficar sentado quieto na mesma cadeira, com o abajur num certo ângulo, sozinho, ou com Meagan por perto, e de vez em quando, se tiver sorte, encontro uma bela frase ou sentimento, levanto os olhos do meu livro, sinto a harmonia e a justeza daquela ideia, e sei que já está tudo lá. Isso para mim é a vida, esses momentos de descoberta solitária. Não me contentaria com menos, mas também não espero muito mais que isso. São as primeiras páginas do conto Bênção, do americano Charles D’Ambrosio, que integra O MUSEU DO PEIXE MORTO. Extrair uma frase de um grande autor para colar em murais, tipo auto-ajuda, não está entre as formas que a Grua procura divulgar seus autores e livros. Mas esperamos que nossos livros sejam desses que o personagem acima lê. Desses que a gente não se contenta com menos.
Estamos espalhando o A ORQUESTRA DA CHUVA, de Hansjörg Schertenleib, e agradecemos à Fundação Pró-Helvetia pelo apoio à tradução. E se chove, diz que a chuva mais traz do que leva.

Boas leituras, boa semana a todos,

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